domingo, 4 de novembro de 2012

10-(Romântica você)


Nos separamos com selinhos
-Bom ér acho melhor ir dormir 
-Ér tambem acho-Fomos nos deitar cada um em sua cama 
-Lua uma pergunta
-Diga 
-Vampiros dormem
?-Gargalhamos
-É Arthur vampiros não dormem mas e você dorme?
-Como assim?
-Arthur você não um simples vampiro como os outros
-Não sei do que você esta falando 
-Não se faça de bobo você sabe muito bem onde eu quero chegar
-Lua esquece isso ta é uma longa historia 
-Estou com tempo de sobra baby
-Você não vai esquecer né
-Não 
-Bom meu pai era um demônio e minha mãe era uma simples mortal eles se apaixonaram e tiveram que enfrentar varias dificuldades pois o conselho do inferno não permite um demônio se apaixonar por uma mortal mas conseguiram enfrentar e quando todos consideravam que já estava tudo bem minha mãe engravida todos julgavam isso impocivel
mas bom aconteceu e assim eu nasci 

-Mas isso não explica o fato de você ser tambem um vampiro -O interrompi
-Se você deixar eu terminar de falar eu conseguiria explicar
-Ta fala
-Quando nasci minha mãe morreu e meu pai me julgava culpado por sua morte me colocou em um orfanato onde nunca mas o vi, eu era um garoto normal mas isso não quer dizer que eu também era santo eu era considerado garoto problema-coçou a cabeça-Mas quando fiz 15 anos fui levado ao conselho do inferno onde prometeram minha morte mas lá conheci uma garota Cecilia-Seus olhos brilharam quando falou dela- Ela era linda delicada qualquer um que a vice podia jurar que ela era um anjo mas na real ela era uma vampira que na tentativa de me ajudar me deu seu sangue para beber me tornando assim um vampiro mas eu precisava me alimentar não é mesmo quando matei a primeira pessoa meu lado demoníaco foi despertado me tornando assim um vampiro demonio mas uma das regras dos demônios é não se apaixonar caso o contrario sua amada seria morta e infelizmente eu me apaixonei por uma vampira Cecilia e como eramos jovens não fomos capazes de evitar sua morte-Ele intresteceu- Mas como dizem a vida que segue né-Ele virou para o outro lado ficando de costas pra mim
-Arthur você sente falta dela não é mesmo- Me levantei e fui até sua cama 
-Não- Falou frio
-Own meu marrentinho não é crime nenhum sentir saudade- Sentei na berada de sua cama- Ou para os demônios é?- Ele riu
-Não Lua não é-Disse virando pra mim ainda com o olhar triste
-O que eu poço fazer pra te ver sorrir?

-Me dá um beijo que eu fico bem rapidinho -Me aproximei e beijei sua testa-Eu não quero aí eu quero aqui-disse apontando para sua boca
-ARTHUR 

-Eu vou chorar em
-Chora -Dei de ombros
-Nossa como você é cruel. Já vi que vou ter que consiguir por mim mesmo- Me puxou pra perto e me beijou OMG nem triste ele socega. Fomos nos separamos devagar
-Mas iai você dorme?
-Ele riu
-Romântica você mas não eu não durmo-Hum

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